Se tem uma coisa que nos dá um pouco de aflição e ficamos extremamente preocupadas é a moleira do bebê não é mesmo? Temos medo até de tocar para não causar nenhum dano ao cérebro … mas calma não precisa ter tanto medo assim, somente alguns cuidados normais do dia a dia para proteger a cabecinha.

Afinal você sabe o que é a moleira?

Os médicos chamam a moleira de fontanela. O bebê possui duas moleiras. A menor fica na parte de trás e geralmente nem é notada pelos pais. A outra todo mundo logo vê: é maior e fica no alto da cabeça. Seu tamanho varia de criança para criança.

É uma parte do corpo do bebê, realmente, muito frágil. Tenha cuidado ao tocar a região. Não aperte de forma alguma. Toda a fragilidade da moleira se faz necessário, pois, permite que o cérebro do bebê cresça e se desenvolva saudável. Além disso, a moleira do bebê facilita sua passagem vaginal na hora do parto.

Uma outra função é proteger o cérebro enquanto ele cresce e até que os ossos cranianos “colem”, ou seja, fiquem soldados uns nos outros.

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

As moleiras fecham-se nesse intervalo. A moleira menor fecha-se até o segundo mês de vida do bebê, já a maior fecha-se entre o nono e décimo quinto mês.

Fique atenta:

  • Se a moleira estiver afundada e seu filho ter diarréia pode ser sinal de desidratação;
  • Moleira um pouco alta febre podem ser sinais de meningite;
  • Fechamento antes dos 6 meses pode indicar algum problema congênito;
  • Demora no fechamento pode indicar hidrocefalia;
  • Se a pulsão estiver muito forte.

A atenção maior que devemos ter é levar o bebê nas consultas com o pediatra regularmente, pois ele irá medir a cabecinha do bebê e também verificar como está a moleira.